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ATUALIZADO Terça-feira, 15 de Janeiro de 2002 17:59:55

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Greenpeace: O Fenômeno
Por Gerd Leipold, Diretor-Executivo, Greenpeace Internacional

No dia 15 de setembro, o Greenpeace marca o 30o Aniversário da expedição que levou ao nascimento da organização. Na época, o desafio era impedir os testes nucleares americanos em Amchitka, na costa do Alasca. Agora, com alcance mundial, a luta continua a ser pelo futuro. E a necessidade do Greenpeace manter sua luta global pela defesa do meio ambiente é ainda mais urgente. É hora de retomar o planeta. No dia 15 de setembro, o Greenpeace marca o 30o Aniversário da expedição que levou ao nascimento da organização. Na época, o desafio era impedir os testes nucleares americanos em Amchitka, na costa do Alasca. Agora, com alcance mundial, a luta continua a ser pelo futuro. E a necessidade do Greenpeace manter sua luta global pela defesa do meio ambiente é ainda mais urgente. É hora de retomar o planeta.

Foi um começo tímido, mas também foi uma promessa de ser mais do que uma nota na história do movimento ambientalista. Quando o navio Phyllis Cormack saiu de Vancouver, Canadá, na tarde do dia 15 de setembro de 1971, algo novo também foi lançado: a energia para a mudança. Nos anos que se seguiram, o Greenpeace se tornaria símbolo global de pessoas que desafiam aqueles que poluem e degradam o planeta.

É difícil imaginar que daquele início tímido, e até desorganizado, o Greenpeace se tornaria uma organização com a habilidade de sacudir empresários poderosos e influenciar a agenda internacional sobre meio ambiente. Mas é isso o que a organização tem feito.

O Greenpeace não pretende mudar, sozinho, a consciência das pessoas sobre o mundo em que vivem. No entanto, ao adotar, há 30 anos, a ação direta não-violenta como forma de abordagem, a organização estabeleceu um padrão a ser seguido, não apenas no campo ambiental, mas além dele.

Em todo mundo, vozes de protesto têm sido ouvidas: por políticos, governos e empresários. Argumentos que, de outra maneira, poderiam ser rejeitados, têm sido ouvidos e aceitos. Em países onde a opinião dos poderosos era dominante e raramente desafiada, o direito a opinar e a agir foi aceito e até estabelecido.

No Líbano, devastado pela guerra civil nos anos 70; na Rússia, antiga União Soviética; na China e na Turquia, para citar apenas alguns, o Greenpeace foi o precursor do protesto civil pacífico. A organização tem mostrado que, quando alguma coisa é realmente importante, faz diferença defender seus princípios e desafiar os formadores de opinião.

Também em países onde os direitos democráticos foram estabelecidos há tempos, o Greenpeace tem desenvolvido um novo estilo de campanha para mostrar que há meios efetivos de levantar a voz para ser ouvido, para fazer diferença. Nossos ativistas têm sido presos, nossas campanhas têm desafiado as leis, mas, no final, são os argumentos que sustentam as ações do Greenpeace que saem ganhando.

É claro que os noticiários têm documentado estas mudanças como incidentes e eventos. Mas, elas já são parte da história. Apenas quando refletimos sobre como as coisas seriam hoje, se o Greenpeace nunca tivesse existido, é que podemos perceber o impacto que esta organização causou.

Quantas baleias do mundo, por exemplo, teriam sido caçadas até a extinção? A pressão sustentada pelo Greenpeace provocou uma mudança na Comissão Baleeira Internacional (CBI): de uma organização que alocava cotas de baleias para caça em um órgão de proteção. O Greenpeace exigiu o banimento da caça destes mamíferos e, durante a década de 90, trabalhou pela criação do Santuário de Baleias da Antártica. Em 1994, a CBI criou o Santuário.

Muitos outros exemplos demonstram como os argumentos do Greenpeace - criticados na época - têm sido aceitos por governos e indústrias como motivos para mudar. Quão maiores seriam os riscos dos testes nucleares de superfície, transportes nucleares, resíduos tóxicos e gases que provocam o efeito estufa, como o CFC? O continente Antártico gozaria da mesma proteção que desfruta hoje sem a campanha que o Greenpeace lançou nos anos 80?

A indústria nuclear ainda estaria despejando seu lixo radioativo em alto-mar? As nações ricas teriam aceitado banir a exportação de resíduos perigosos para países em desenvolvimento? É difícil dizer com certeza, mas o Greenpeace tem trabalhado com todos estes assuntos, com determinação, convicção e vigor, ajudando a guiar o mundo para um futuro mais sustentável e mais saudável.

Hoje, com 30 anos de experiência, pode-se dizer que o Greenpeace tem uma clara missão, assim como os tripulantes da sua primeira expedição. Nós queremos proteger e salvar o “patrimônio” ambiental global; assegurar um mundo para que nossas crianças possam viver sem riscos de poluição da água, ar, terra ou dos alimentos.

Para vencer este desafio, o Greenpeace cresceu e se tornou uma organização global. Um de seus grandes visionários, David McTaggart, que morreu no início deste ano, entendeu o significado da ‘globalização’ muito antes que o conceito fosse de uso comum, e colaborou muito na expansão do Greenpeace para o leste da Europa e, depois, para a Ásia.

A necessidade de liderança global é clara. Os Estados Unidos retrocederam para uma posição de conveniência política de curto-prazo, recuando diante de suas responsabilidades globais em questões sobre meio ambiente. A rejeição do presidente George W. Bush do Protocolo de Kyoto mostra que ele escolheu escutar as vozes parciais do setor industrial da América. Mesmo imperfeito, o Protocolo continua sendo uma ferramenta vital para lidar com os efeitos prejudiciais do aquecimento global, e sua rejeição pelo Presidente Bush mostra a falta de liderança da maior potência mundial.

Presente em 39 países, o Greenpeace continua a trabalhar em muitas frentes. A organização tem uma base no coração da Amazônia, onde interesses da indústria madeireira estão destruindo a floresta e seu precioso ecossistema. Ao se opor às tentativas da indústria de biotecnologia em introduzir organismos transgênicos na agricultura, o Greenpeace tem alertado o mundo sobre a ameaça potencial que liberações incontroláveis representam para a vida selvagem, a biodiversidade e até mesmo para a saúde humana.

Estes são os papéis que o Greenpeace desempenha hoje. Mas nem a organização, nem o movimento ambientalista como um todo podem conseguir tudo sozinho: todos devem fazer sua parte. A globalização pode estar tornando uma minoria mais rica, forte. Mas todo ganho traz também responsabilidade. Lideranças política e empresarial andam de mãos dadas com responsabilidade. Isto significa se preocupar com a ameaça global das mudanças climáticas, agir agora para reduzir seus efeitos; agir agora para estabelecer controles e eliminar fontes destrutivas e hábitos poluidores, cultivados nos séculos 19 e 20. Esta é a escolha que os líderes mundiais enfrentam: continuar a tratar o mundo como se ele fosse um saco sem fundo, ou aceitar a realidade óbvia de que ele não é.

O Greenpeace está comprometido em estar presente para pressionar aqueles que deveriam aceitar esta liderança. Em 30 anos, pode parecer tarde para agir. É por isto que, olhando para os próximos 30 anos, o Greenpeace pode dizer com toda legitimidade: “nós estamos aqui por todos os futuros”. É hora de retomar o planeta.

(INFORMES ORGANIZADOS POR JAORISH GOMES TELLES, SÓCIO DO GREENPEACE).

A História Oficial fala muito de heróis que mataram. Mas atualmente, existem seres humanos heróis que salvam vidas! Ou conscientizam sobre a Vida no Planeta, através de campanhas. Ou enfrentam o Sistema para mostrar as falhas que atentam às vidas dos seres vivos animais, vegetais e humanos!

Neste ano especial para o Movimento Ambientalista, muitas notícias sobre o GREENPEACE. Mas há muito o que saber sobre nós, "Guerreiros do Arco-ìris":

Quem somos

O Greenpeace é uma entidade internacional sem fins lucrativos que se baseia em alguns princípios básicos:

  • Não estabelece alianças com partidos políticos - e não toma posições políticas exceto no que diz respeito à proteção do meio ambiente e da paz;

  • É adepto do princípio da não violência mas não recua na defesa de suas causas;

  • Rejeita ataques a pessoas ou propriedades privadas;

  • Mantém uma política rígida de não solicitar contribuição financeira de governos ou empresas - a única fonte dos recursos que financiam o Greenpeace são as doações de pessoas físicas e, em pequena escala, a venda de produtos com a marca da organização.

"Um dia, a Terra vai adoecer. Os pássaros cairão do céu, os mares vão escurecer e os peixes aparecerão mortos na correnteza dos rios. Quando esse dia chegar, os índios perderão o seu espírito. Mas vão recuperá-lo para ensinar ao homem branco a reverência pela sagrada terra. Aí, então, todas as raças vão se unir sob o símbolo do arco-íris para terminar com a destruição. Será o tempo dos Guerreiros do Arco-Íris."

Profecia feita há mais de 200 anos por "Olhos de Fogo", uma velha índia Cree

Esta profecia embalou as longas noites dos fundadores do Greenpeace que navegavam para as Ilhas Aleutas, no Alasca, em 1971, na tentativa de impedir um teste nuclear dos Estados Unidos. Ela não só iria dar nome ao primeiro navio da organização, o Rainbow Warrior, como acabou por batizar os ativistas do Greenpeace - conhecidos em todo o mundo como "Os Guerreiros do Arco-Íris".


GREENPEACE INFORMA!

Olá JAORISH!

AQUI, ATUALIZAÇÕES SOBRE O MOVIMENTO DO GREENPEACE, DO QUAL JAORISH GOMES TELLES É SÓCIO (EMAILS RECEBIDOS, REPRODUZIDOS PARA SUA INFORMAÇÃO, EM NOME DA SOCIALIZAÇÃO DO CONHECIMENTO). CLIQUE NAS URL PARA SABER MAIS SOBRE OS ASSUNTOS:

Olá JAORISH GOMES TELES DA SILVA, 
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NOTÍCIAS: http://www.greenpeace.org.br/noticias/
SITE DO GREENPEACE ESTÁ ENTRE OS 10 MELHORES NO IBEST DESTE ANO!

Nosso site é um dos dez finalistas na categoria "Associações Profissionais" do prêmio IBEST, a mais importante premiação da Internet no Brasil.
Este é o terceiro ano consecutivo que nosso site chega entre os finalistas, tendo ganho o prêmio de crítica nos anos de 2000 e 2001 e a votação popular em 2000, mostrando o reconhecimento de todos ao trabalho realizado pelo Greenpeace Brasil na Internet, utilizando-a não apenas para fornecer informações e notícias sobre os problemas ecológicos enfrentados no Brasil mas também como ferramenta de pressão na busca de soluções - através de nossas cyberactions e coletas de assinaturas - e integração entre as ações da ONG e seus sócios e o restante da sociedade.

Fonte dos dados: GREENPEACE.

 


 

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